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sábado, 16 de julho de 2011

amor...

Imagem: google


"O contrário do amor não é o ódio, é a indiferença. Para odiar alguém, precisamos reconhecer que esse alguém existe e que nos provoca sensações, por piores que sejam. Para odiar alguém, precisamos de um coração, ainda que frio, e raciocínio, ainda que doente. Para odiar alguém gastamos energia, neurônios e tempo. Odiar nos dá fios brancos no cabelo, rugas pela face e angústia no peito. Para odiar, necessitamos do objeto do ódio, necessitamos dele nem que seja para dedicar-lhe nosso rancor, nossa ira, nossa pouca sabedoria para entendê-lo e pouco humor para aturá-lo. O ódio, se tivesse uma cor, seria vermelho, tal qual a cor do amor... Já para sermos indiferentes a alguém, precisamos do quê? De coisa alguma. A pessoa em questão pode saltar de bung-jump, assistir aula de fraque, ganhar um Oscar ou uma prisão perpétua, estamos nem aí. Não julgamos seus atos, não observamos seus modos, não testemunhamos sua existência. Ela não nos exige olhos, boca, coração, cérebro: nosso corpo ignora sua presença, e muito menos se dá conta de sua ausência. Não temos o número do telefone das pessoas para quem não ligamos. A indiferença, se tivesse uma cor, seria cor da água, cor do ar, cor de nada." (Martha Medeiros)

sexta-feira, 8 de julho de 2011

Confissão

Imagem: google


Estou aqui agora, sentada em frente a tela, com uma infinidade de pensamentos e sentimentos em minha cabeça...

Tantos sonhos, tantas convicções, tantos ideais que caem ao chão neste momento... Eu acreditava que coisas boas aconteciam para pessoas boas. Mas aprendi que não importa o quão bom você seja, as vezes, ou constantemente, coisas ruins acontecem... coisas muito ruins acontecem.

Estou sozinha em meu quarto e penso em tudo o que aconteceu até agora, todos os risos e lágrimas que me trouxeram até aqui, que me fizeram quem sou... sempre tive a sensação de ser meio extraterrestre, meio peixe fora d'água. Minha vida inteira. E essa impressão não foi embora com a idade. Sinto-me uma estranha no meio do mundo e, por mais que eu tente, não consigo me encaixar.

Será que isso tudo é um teste? Pra por à prova minha vontade, meus princípios, meu caráter? Se for, sei que não passei ilesa até hoje mas, seja como for, os erros que cometi antes foram por pura ingenuidade, ou desespero, ou falta de conhecimento...

Mas agora não. Agora cansei. Agora não quero mais fazer as coisas certas. Não quero mais seguir meus princípios ou consciência. De que me valeram até agora? Eu tenho uma cabeça que me norteia, um coração que me embala... tenho sentimentos por plantas, animais, coisas e pessoas... ah! as pessoas. Poderia guardar cada uma delas num cantinho perfumado de meu coração. Mas as pessoas não se importam com seus sentimentos ou pensamentos. Não se importam com quem você é de verdade, apenas com quem querem que você seja.

Criei escudos, máscaras, subterfúgios para me proteger de pessoas que só se aproximaram para tirar algum proveito. E acho que não aprendi a separar aquelas que gostavam de mim de verdade. Nunca sei distingui-las. Abro meu coração e me mostro a qualquer pessoa que chegue perto. E logo depois preciso fujir e me trancar para não me machucar. Cansada de ter que me defender.

Vivemos num mundo de aparências... um mundo cruel, na maioria das vezes... ou melhor, o mundo não é cruel, as pessoas, essas sim são cruéis. 

Eu sei, a culpa é minha. Eu cresci e esqueci de aprender as coisas simples do mundo. Como não confiar em estranhos, que contos de fadas não existem e, o principal, que as pessoas mentem.

A culpa é minha. Porque ainda sou uma menina que gosta de flores, bichos, crianças, romances... ainda acredito nas pessoas... ainda acredito no amor... não esse amor de comercial de televisão. Acredito no amor sem limites, sem regras, sem juízo... um amor que um dia achei que iria encontrar... um dia, quando eu não tinha o coração cansado e os olhos pesados... acreditei... porque agora já não acredito mais...

Não, não estou aqui maldizendo a vida, Deus, o amor, o mundo, as pessoas... não. Ao contrário, estou me libertando. Aceitando que nada disso seja pra mim e talvez assim trazer um pouco de paz ao meu coração... sei que vou continuar a me enganar, me iludir, me machucar. Porque por mais cansada que eu esteja disso tudo, tenho um coração que nasceu pra se doar, que teima em se envolver, em se abrir. Tenho um coração que teima em achar que pode ser feliz... 



sexta-feira, 1 de julho de 2011

Imagem: google


Não, eu não sei... não adianta me perguntar, não sei o que dizer


Porque as vezes me sinto tão cansada e vazia? E porque há momentos em que meu coração transborda de tanto amor, de tanto carinho, de tanta luz? Não, eu não sei.


Porque quero tanto... e ao mesmo tempo, não quero nada.


Porque meu coração sonha acordado, as vezes, me fazendo flutuar, pra depois se fechar e negar todo esse encantamento? Não sei. Não me pergunte.


Porque as vezes queria que você estivesse apaixonado por mim... e as vezes não...


Acho que estou com medo de me apaixonar novamente...


Mas, não, não sei... não me pergunte...





domingo, 29 de maio de 2011

Aprendi...

Imagem: google

Aprendi que a vida continua, apesar de tudo. Não importa o quanto você esteja ferido, coração aos pedaços, feliz... o tempo passa e não espera por você...

Não importa o quanto você ame uma pessoa, um dia ela simplesmente vai embora. E as despedidas doem, mas são necessárias, pois não há dor igual àquela de não ter podido dizer: "eu te amo", você é muito importante pra mim"...

Aprendi que muitas pessoas irão querer me ajudar se eu cair... mas a decisão é minha, o poder de levantar, de me reerguer é somente meu.

Aprendi que caminhar acompanhado é muito melhor, por isso, é necessário conservar as pessoas que quero bem e que elas não precisam de muito, apenas se sentirem queridas, assim como eu ...

Que tudo na vida tem um tempo pra acontecer, não adianta ter pressa...

Aprendi que gastamos muito tempo nos preocupando com inimigos e esquecemos de dar a verdadeira atenção aos nossos amigos, àquelas pessoas que queremos bem (de preferência, não tenha inimigo. Todos somos feitos da mesma essência. Tente andar com os sapatos dele e talvez você entenda os caminhos que o fizeram ser como é e que ele não é tão diferente de você).

Não julgue, não maltrate, não condene, não machuque... não cultive o ódio ou a mágoa, são sentimentos que só faz mal a quem os sente...

Aprendi muita coisa... desaprendi outras...

Mas a lição mais importante que aprendi foi: SORRIR... sorrir verdadeiramente, não importa quão triste esteja meu coração...

Abrir o coração para o mundo, as pessoas, a vida e sorrir...

Dizer bom dia, obrigado, por favor, desculpe, te amo, senti sua falta... e sorrir... trazer no coração a certeza de que existe um Deus que me ama incondicionalmente. Mesmo que eu não entenda os caminhos, Ele é pai amoroso e misericordioso e nunca me deixará desamparada...

Aprendi que eu posso ficar triste um dia ou dois, é normal, mas que, apesar de tudo e por tudo, é possível e eu serei muito FELIZ...