sexta-feira, 8 de março de 2013

"Eu tentei escrever um texto relatando tudo aquilo que sinto por você, mas houve um certo desequilíbrio: sobraram sentimentos e faltaram palavras" (anne)

Eu não sei o que dizer. Nem sei porque estou aqui escrevendo sobre você. Prometi a mim mesma que não iria me abater, não iria deixar nada tirar minha paz ou meu sorriso. E tô tentando...
Mas não posso negar o que aconteceu... não posso fingir que nada aconteceu. Eu me apaixonei, mesmo sem querer, mesmo sem acreditar. Me apaixonei.
Depois de tanto tempo, eu que achava que nunca mais ia me apaixonar de novo. Depois de tanto tempo sentindo o coração vazio, você apareceu. Aconteceu você em mim. E eu me encantei pelo teu sorriso. Eu senti novamente o coração batendo forte dentro do peito. Borboletas no estômago e frio na barriga. Sim, eu estava encantada. Encantada com teu sorriso, teu jeito carinhoso e, principalmente, com o jeito que você me fazia rir (adoro homem que me faz rir)
Mas você foi embora tão rápido quanto chegou...
E levou todos os sorrisos e as borboletas...
Ainda não entendi... Ainda não acredito no que aconteceu... como aconteceu.
Não entendi porque me conquistar se era pra me abandonar depois?
Porque me fazer sorrir pra depois me deixar chorando?
Porque me fazer acreditar de novo no amor pra depois me deixar entregue a minha própria dor?
Não, não entendo.
Mas vou vivendo, porque a vida me ensinou que há coisas que não tem explicação. Porque apesar de tudo o mundo continua girando, a vida continua e eu não posso ficar parada no tempo. 
Não vou dizer que não vou mais pensar em você. Não vou dizer que não dói. Não posso negar que há dias que uma lágrima (ou duas, ou três)não  teimam em rolar no meu rosto. Não, não vou mentir.
Apesar de doer, eu tive que te deixar ir. Porque eu não posso mais sofrer. Não depois de tudo o que passei. Não depois de ter vivido o que vivi. Não posso mais. Mesmo com o coração quebrado, com a alma dilacerada. Não posso. Siga em paz. Ache o seu caminho e saiba que eu quis muito ser teu céu, teu porto, ser tua paz. Que Deus te conceda muita sabedoria e felicidade, onde quer que você vá. Quanto a mim? Não sei. Deixo Deus guiar meus passos, como sempre.









domingo, 17 de fevereiro de 2013




Saudade tanta, que de ser tanta, já transborda em minha alma


3 anos sem te ver... 1095 dias sem ouvir tua voz... 26280 horas sem teu sorriso... e a dor que tua ausência causa continua ferindo o coração, que desde então bate descompassado, como se, de tanta dor, já não soubesse mais bater... saudade é pouco diante do que sinto. O que sinto não tem nome.

Dia difícil... mês difícil... engraçado é que nunca fui fã de carnaval, lembra? Ou melhor, nunca fomos, né? Parece até que eu sempre soube que te perderia numa quarta-feira de cinzas... parece até que sempre soubemos que num carnaval, enquanto todos estariam ainda querendo brincar nós estaríamos nos despedindo (mesmo que momentaneamente). Tenho experimentado coisas novas. Fui à olinda na semana pré e foi muito bom. Dá pra me imaginar sambando nas ladeiras de olinda? Também nunca imaginei. Mas foi bom. Você teria gostado também. Esse ano voltei ao Recife Antigo, esse era o carnaval que gostávamos, lembra? Mais uma coisa que aprendemos e dividimos juntos. Pensei em você em cada minuto. 

Não posso dizer que não choro de vez em quando, que não chorei quase todas as noites nos últimos dias... não vou mentir. Mas não se preocupe, vai passar. Não a dor ou a saudade (como muitos me dizem até hoje e como por um bom tempo eu esperei que acontecesse). Não, a dor e a saudade não passam ou diminuem. Mas o choro vai passar, ao menos por mais um dia. Pois aprendi que meu sorriso é minha forma de lembrar você. Meu sorriso, e não minhas lágrimas, é minha forma de mostrar o quanto te amo e o quanto sinto sua falta. Então, hoje, como em todos os dias, pra você o meu sorriso, minha esperança, meu amor. Pois, sendo esse mundo apenas um estágio da vida, sabemos que um dia iremos nos encontrar novamente e não existirá mais saudade, só amor.

Te amo Nino. Pra sempre e sempre.