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sábado, 12 de novembro de 2011



Repito todas as manhãs, ao abrir as janelas para deixar entrar o sol ou o cinza dos dias, bem assim: que seja doce. Quando há sol, e esse sol bate na minha cara amassada do sono ou da insônia, contemplando as partículas de poeira soltas no ar, feito um pequeno universo, repito sete vezes para dar sorte: que seja doce, que seja doce, que seja doce, e assim por diante. Mas, se alguém me perguntasse o que deverá ser doce, talvez não saiba responder. Tudo é tão vago como se não fosse nada. Que seja doce o dia quando eu abrir as janelas e lembrar de você. Que sejam doces os finais de tardes, inclusive os de segunda - feira - quando começa a contagem regressiva para o final de semana chegar. Que seja doce a espera pelas mensagens. ligações e recadinhos bonitinhos. Que seja (mais do que) doce a voz ao falar no telefone. Que seja doce o seu cheiro. Que seja doce o seu jeito, seus olhares, seu receio. Que seja doce o seu modo de andar, de sentir, de demonstrar afeto. Que sejam doce suas expressões faciais, até o levantar de sobrancelha. Que seja doce a leveza que eu sentirei ao seu lado. Que seja doce a ausência do meu medo. Que seja doce o seu abraço. Que seja doce o modo como você irá segurar na minha mão. Que seja doce. Que sejamos doce. E seremos, eu sei.

quarta-feira, 29 de junho de 2011

Doce manhã...

Imagem: google



Então, que seja doce, repito, todas as manhãs, ao abrir as janelas para deixar entrar o sol ou o cinza dos dias, bem assim: que seja doce. Quando há sol, esse sol bate na minha cara amassada do sono ou da insônia, contemplando as partículas de poeira soltas no ar, feito um pequeno universo. Repito sete vezes para dar sorte: que seja doce, que seja doce, que seja doce e assim por diante. Mas, se alguém me perguntasse o que deverá ser doce, talvez não saiba responder. (Caio Fernando de Abreu)

Que seja doce... mesmo sem saber  porque... que seja doce: teu sorriso, teu abraço, teu beijo... doce o teu bom dia, a tua voz... doce tua pele roçando na minha... doce, doce, doce... enquanto puder ser...

segunda-feira, 23 de maio de 2011

sem choro, nem vela...

Imagem: google


Há dias estou com uma sensação boa... sabe quando parece que nos livramos de um peso enorme que só nos atrasava? Pois é, é bem assim que tô me sentindo.


Impressionante como as pessoas tem o dom de destruir o sentimento que conseguem de graça... nunca pedi nada e me entreguei por inteiro...


E quando finalmente consegui me libertar... ufa!! Não vou dizer que não sofri, é sempre difícil quando um relacionamento chega ao fim. Mas acho que pra mim já havia acabado fazia tempo. Acabou quando parei de me importar...


c´est la vie


E eu nunca me senti tão livre, serena... tão em paz comigo. Porque sei que fiz o que pude (e o que não poderia nunca ter feito também). Estou feliz pois, apesar de tudo, ou por tudo, ainda sou capaz de amar, de me doar, de sonhar...


Sem estresse, sem arrependimentos, sem choro, nem vela. Acabou-se o que nunca foi doce...


Obrigada meu Deus!!