"E se me achar esquisita, respeite também. Até eu fui obrigada a me respeitar" (Clarice Lispector)
segunda-feira, 30 de setembro de 2013
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sábado, 28 de setembro de 2013
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terça-feira, 24 de setembro de 2013
segunda-feira, 23 de setembro de 2013
"Eu conheci o lugar mais escuro, frio e úmido. Eu transitei pelo que havia de mais imundo no mundo. Eu fui até ao buraco negro onde vivem os fantasmas raivosos. Eu conheci os gritos da dor da angústia, calada. Eu mergulhei sem saber nadar e perdi o fôlego entregue a uma quase morte. Eu estava quase desistindo, dilacerada...
Eu vi todas as cores na superfície da água. Um céu dançava e imitava um arco-íris molhado. Meus olhos ardiam de sal e minha respiração estava congelada. Minha alma enrugara tal qual meus sonhos, mas as nuvens desenhavam um chamado.
Rabisquei na mente a minha retomada. E pude visualizar que havia ainda algo a percorrer nesta existência e que era longa a estrada. Eu desisti das desistências e da necessidade de viver anestesiada. E a mesma dor que me lançou no abismo, me trouxe de volta, renovada.
Ergui bases mais sólidas, reconstruí meu novo olhar. Estive com todos os sentimentos desconcertados, esperando calmamente o seu lugar. O peito ainda ardia, mas a palavra em punho. Despejei minhas emoções tardias num choro infantil. E renasci como num parto de criança, inocente e pueril.
Hoje, meu rosto ainda mostra as cicatrizes. Fui tão intensa em tudo, vivi décadas infelizes. Deixei minha derrota para cuidar das minhas conquistas. A sombra assustada afastara-se com a luz. Por isso, hoje eu digo que tudo já deu certo.
Plantei o meu jardim onde tudo era deserto." (Marla de Queiroz)
Eu vi todas as cores na superfície da água. Um céu dançava e imitava um arco-íris molhado. Meus olhos ardiam de sal e minha respiração estava congelada. Minha alma enrugara tal qual meus sonhos, mas as nuvens desenhavam um chamado.
Rabisquei na mente a minha retomada. E pude visualizar que havia ainda algo a percorrer nesta existência e que era longa a estrada. Eu desisti das desistências e da necessidade de viver anestesiada. E a mesma dor que me lançou no abismo, me trouxe de volta, renovada.
Ergui bases mais sólidas, reconstruí meu novo olhar. Estive com todos os sentimentos desconcertados, esperando calmamente o seu lugar. O peito ainda ardia, mas a palavra em punho. Despejei minhas emoções tardias num choro infantil. E renasci como num parto de criança, inocente e pueril.
Hoje, meu rosto ainda mostra as cicatrizes. Fui tão intensa em tudo, vivi décadas infelizes. Deixei minha derrota para cuidar das minhas conquistas. A sombra assustada afastara-se com a luz. Por isso, hoje eu digo que tudo já deu certo.
Plantei o meu jardim onde tudo era deserto." (Marla de Queiroz)
domingo, 22 de setembro de 2013
sexta-feira, 20 de setembro de 2013
quinta-feira, 19 de setembro de 2013
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sexta-feira, 13 de setembro de 2013
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