"E se me achar esquisita, respeite também. Até eu fui obrigada a me respeitar" (Clarice Lispector)
sexta-feira, 29 de junho de 2012
quinta-feira, 28 de junho de 2012
quarta-feira, 27 de junho de 2012
terça-feira, 26 de junho de 2012
Nem em meus piores pesadelos pude imaginar não ter você ao meu lado minha vida inteira. Saudade é pouco diante do que sinto.
segunda-feira, 25 de junho de 2012
E do nada dá uma saudade de quem eu não posso ter por perto...
do nada não, ela existe sempre,
fica aqui quietinha num cantinho do meu coração.
É só que as vezes é difícil fingir que ela não existe.
Mas não, eu não quero esquecer de você, do seu sorriso...
eu só não posso lembrar que você não está mais aqui...
domingo, 24 de junho de 2012
sexta-feira, 22 de junho de 2012
"Esqueci a tal exatidão. Dar nome aos bois, colocar os pingos nos "is", bater de frente. Tirei férias disso tudo. Se algum desaforo bater à minha porta, não atendo. Canto ciranda, enfeito minhas tranças, converso com a esperança. Perdi minha mala carregada de ressentimentos na estrada do sossego. Mudei a rota, arranquei as portas que aprisionavam meu sorriso. Me perdi do tempo. Me encontrei em mim." (Renata Fagundes)
Eu já fui bruta tentando me defender da vida, achando que esse era o melhor jeito de seguir em frente. Eu já fui tão bruta que acabei me despedaçando no caminho. Achando que me defendia, eu na verdade me machucava e machucava os outros também. Quando doía por dentro eu era raiva por fora.
Sentir dor faz parte, doer faz arte, doer faz até amor. A dor não é uma escolha, é uma condição do caminho, tudo o que vive dói. A única escolha é o que você vai fazer com a sua dor. Você pode se acovardar, se vitimar, atacar os outros, se esconder, anestesiar sua dor, se defender dela. Você pode fechar os olhos e os ouvidos pra tudo o que acontece a sua volta e permanecer na dor ou você pode seguir em frente. A escolha é sempre nossa e conduz ao nosso destino.
Como disse Adélia Prado "Dor não tem nada a ver com amargura". Amargura é o resultado da dor que não pode ser transformada. A dor pode se tornar o combustível das mais belas mudanças.
Por muito tempo confundi dor com raiva e raiva com força, mas percebi que raiva não tem nada a ver com força. Força é consistência, solidez. Força é aprender no silêncio o tempo das coisas. É apreender o silêncio das coisas perdidas no tempo. Força é não deixar a dor virar desamor por si mesmo. Força é isso que nos faz seguir em frente e nos mantém inteiros quando todo resto insiste em desmoronar. E isso não tem nada a ver com oferecer a outra face. Oferecer a outra face, muitas vezes, nada mais é do que dirigir a raiva para si mesmo.
Eu não quero sentir mais raiva, eu quero sentir amor. Já gastei muitos anos da minha vida perdida em sentimentos tão devastadores. Não tenho medo de sentir dor, tenho medo de não sentir amor. Eu quero um amor feito de intensidades e delicadezas. Eu quero amar mesmo que doa e se doer eu quero ter a coragem de amar outra vez, e outra vez, e outra vez e outra vez mais.
(colhido do blog http://andreatpm.blogspot.com.br/2012/06/sobre-dor-e-raiva.html)
quinta-feira, 21 de junho de 2012
quarta-feira, 20 de junho de 2012
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