"E se me achar esquisita, respeite também. Até eu fui obrigada a me respeitar" (Clarice Lispector)
quarta-feira, 17 de julho de 2013
terça-feira, 16 de julho de 2013
segunda-feira, 15 de julho de 2013
sábado, 13 de julho de 2013
sexta-feira, 12 de julho de 2013
quinta-feira, 11 de julho de 2013
“Sempre fui de me doar. Ouvia, ajudava, consolava, me importava. E não foram poucas as vezes que, mesmo em segredo, eu deixava de pensar na minha vida pra ajudar os outros. Em segredo, explico, porque não acho que preciso de medalhas, prêmios ou troféus. Se eu faço, é de coração, sem esperar reconhecimento do outro. Mas, perdão, eu sou humana e sinto. O mínimo que a gente espera é gratidão. Aprendi que ela nem sempre aparece. Aprendi que às vezes as pessoas acham que o que a gente faz é pouco. Por tanto aprendizado, acabei descobrindo que é melhor eu cuidar mais da minha vida e menos da dos outros. Não quero morrer santa, quero morrer feliz. Então, a rebelião. Como assim? Onde ela está? Por que sumiu? Ai, meu Deus, como mudou. Não, eu continuo a mesma. Só que até o mesmo se transforma. E percebe que, guarde isso, ninguém vai andar ao seu lado. A gente aprende a caminhar sozinho, pode até ter o auxílio de alguma mão, um apoio, mas os passos são dados por você. No meio do caminho, entre acontecimentos, atalhos e força, você percebe que precisa abrir uma brecha para a fragilidade se instalar. E que chorar alivia a alma. Mais do que isso: abrindo a janela pra fragilidade é que você descobre o quanto de força ainda resta para seguir em frente.” (Clarissa Corrêa)
quarta-feira, 10 de julho de 2013
terça-feira, 9 de julho de 2013
segunda-feira, 8 de julho de 2013
domingo, 7 de julho de 2013
sábado, 6 de julho de 2013
sexta-feira, 5 de julho de 2013
quinta-feira, 4 de julho de 2013
Hoje não.
Eu sei, ando sumida... já faz algum tempo que não publico nada "meu" aqui. Embora cada mensagem publicada seja escolhida do fundo do coração. Não exatamente o que penso naquele momento, mas são coisas que eu realmente acredito.
Por que não escrevo mais? Não sei. Ou sei. Talvez porque fico tentando não sentir. Porque minha vida inteira foi uma fuga dos meus sentimentos. Afinal o que importa meus medos, angústias e dúvidas? Sempre houve alguém que precisava dos meus cuidados, sempre houve algo mais importante do que o que eu sentia... Sempre achei que um dia tudo ia se resolver. Se eu fosse uma boa menina, um dia tudo ia dar certo.
Mas quando meu mundo desabou e fiquei sem chão, descobri que ele não para para que você melhore. Quando me vi destroçada por uma dor que achei não existir, descobri que tinha que colar meus pedaços sozinha... e descobri também que, por mais que você deseje com todas as suas forças, ninguém morre de tristeza. E eu não tive outra opção a não ser levantar, juntar os cacos e seguir em frente. Meio desnorteada, meio perdida e completamente sem esperança.
Acho que por isso não escrevi mais... porque quando acho que as coisas estão se ajeitando, tem sempre alguém pra me lembrar de tudo de novo. Tem sempre alguém pra me mostrar que estou só e, mesmo que eu faça tudo certo, ainda assim, farei tudo errado.
Não importa quantas vezes eu tente colar meu coração, há sempre alguém que me prova que pode quebrá-lo em pedaços cada vez menores e não acho que exista cola no mundo que possa recompô-lo outra vez. Não, não estou falando de amor, ou ao menos não daquele amor romântico, daquele que acontece entre homens e mulheres desde o início dos tempos. Não, definitivamente esse tipo de amor não é pra mim. Mas estou falando do amor que deveria haver entre todas as criaturas, o amor universal. Eu sempre achei que o amor podia mudar o mundo, mas essa é só minha visão boba e romântica da vida.
Entendeu agora porque nunca mais escrevi? Porque não queria dividir com vocês esse abismo que trago no peito, pois descobri que não é a morte que nos tira a vida, é a falta de esperança que nos faz morrer um pouco a cada dia.
Não, não me julgue, nem tenha pena de mim. Amanhã tudo estará bem. Amanhã vou por um sorriso no rosto e tudo haverá passado, quer dizer, não tudo, mas essa tristeza infinita sim. Hoje não. Hoje eu posso ficar triste, porque eu quero. Porque minha vida inteira eu tive que fingir que não doía. Agora não preciso mais. E se você não aguenta essa enxurrada de tristeza, tudo bem. Volte amanhã. Amanhã eu te darei o meu melhor sorriso. Mas hoje não.
quarta-feira, 3 de julho de 2013
terça-feira, 2 de julho de 2013
segunda-feira, 1 de julho de 2013
domingo, 30 de junho de 2013
sábado, 29 de junho de 2013
sexta-feira, 28 de junho de 2013
quinta-feira, 27 de junho de 2013
quarta-feira, 26 de junho de 2013
terça-feira, 25 de junho de 2013
segunda-feira, 24 de junho de 2013
domingo, 23 de junho de 2013
sábado, 22 de junho de 2013
sexta-feira, 21 de junho de 2013
quinta-feira, 20 de junho de 2013
A PASSEATA É CONTRA VOCÊ, SABIA?
(Imagem: Fabio Mota (Estadão))
Vamos aproveitar o momento para repensar nossas atitudes. Pequenos delitos diários cometidos por todos nós também contribuem para a desmoralização do País. Não podemos mais ser o País do "jeitinho".
A PASSEATA É CONTRA VOCÊ, SABIA?
O brasileiro se levantou contra toda essa corrupção e violência. Um senso de indignação generalizado, de já ter tolerado demais, apanhado demais.
Mas se você foi à manifestação e usa carteirinha de estudante para ter meia-entrada, mas não é estudante, você é parte do problema. Você não tem moral para reclamar da corrupção deste país. O nome disso é hipocrisia.
(Reclame mesmo assim, por favor, porque são dois problemas diferentes.)
Se você joga bituca de cigarro no chão, você trata a cidade como o seu lixo particular. Mas a cidade é de todo mundo. As ruas estão nojentas e a culpa é sua.
A manifestação é contra você.
Ah, você é ciclista, todo orgulhoso de ser sustentável, um carro a menos, menos trânsito e CO2. Você reclama da opressão do carro, mais forte, contra a bicicleta, o mais fraco. Mas você não para no sinal. Não respeita a faixa de pedestres. Você até anda na calçada, tornando-se o opressor do pedestre.
Não se iluda: a manifestação é contra você.
Você leva o cachorro para passear e não recolhe o cocô. Ninguém admite, mas o resultado está aí: nossas calçadas são um mar de merda. Calçada não é a privada do seu totó.
A manifestação é contra você.
Você joga papel no chão, e não faltam desculpas para não fazer o que é certo. Essa merda de prefeitura que não instala lixeiras, né? Ou, saída de estádio, você toma uma cerveja e joga a lata por aí. Ah, todo mundo estava jogando. Depois vem o cara limpar. A responsabilidade não é do estado. É sua. E você, manifestante, não pode se esquivar a ela nos outros 364 dias da sua vida.
A manifestação é contra você.
Você não cumprimenta o porteiro. Você exagera horrivelmente no perfume e invade o nariz do outro. Você dirige bêbado. Você põe um escapamento superbarulhento na sua moto, que dá para ouvir a quarteirões de distância, incomoda todo mundo e compra um capacete que ajuda a isolar o som. Você obriga todo mundo do ônibus a ouvir a sua música. Você suborna o guarda ou qualquer outro serviço público. Ou ainda, você escreve textos como este, apontando o dedo contra delitos que já cometeu ou ainda comete, achando que dedo em riste exime você da responsabilidade.
Você é parte da violência. Você é parte da corrupção. Se você não mudar, o país não vai mudar. Mas não adianta todo mundo apenas demandar que “o poder” conserte as coisas. Quer mudar o país? Não esqueça de mudar a si mesmo, e pagar o preço da mudança, como um adulto.
Então, vai pra rua, que estava na hora. Mas não esquece: a manifestação é contra você. (Renato Kaufmann*)
*Inspirado em um texto lindo e corajoso da Duda Buarque.
quarta-feira, 19 de junho de 2013
terça-feira, 18 de junho de 2013
segunda-feira, 17 de junho de 2013
domingo, 16 de junho de 2013
sábado, 15 de junho de 2013
sexta-feira, 14 de junho de 2013
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segunda-feira, 3 de junho de 2013
domingo, 2 de junho de 2013
sábado, 1 de junho de 2013
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